Um ano depois de fazer seu primeiro curso, forjadora brasileira chega ao Desafio Sob Fogo



Imagine entrar para uma escolinha de futebol e, um ano mais tarde, ser escalado para a seleção brasileira. Ou receber uma indicação ao Oscar, apenas um ano depois de começar a estudar interpretação.

Foi mais ou menos isto o que aconteceu com a capixaba Juliana Baioco (34), radicada no Rio de Janeiro. Esta engenheira de petróleo e professora universitária se interessou pelo mundo da cutelaria assistindo a “Desafio Sob Fogo”, a competição entre forjadores que é uma das maiores audiências do canal pago History. Interesse, aliás, é uma palavra que não corresponde à realidade: segundo a própria Juliana, ela se viciou pelo assunto.

Tanto que, em fevereiro de 2019, aproveitando as férias de verão, Juliana fez um curso de uma semana de duração no Rio Grande do Sul, o estado brasileiro onde se concentra a maior parte dos nossos forjadores e cuteleiros. Depois disso, participou de alguns eventos da área por todo o Brasil, e abriu uma oficina compartilhada de cutelaria e marcenaria em um shopping no Rio.

Desenvolta, ela chamou a atenção de seus novos colegas. E foi indicada por Daniel Jobim, o vencedor da segunda temporada de “Desafio Sob Fogo ? América Latina”, para a seleção de elenco da terceira edição do programa. Convidada a enviar um vídeo demonstrando suas habilidades, Juliana acabou se tornando a primeira mulher a competir na versão latino-americana do reality.
Leia mais (08/12/2020 – 14h59)

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