Turista, com muito orgulho



Como um sonho mal resolvido, daqueles de que você acorda antes do desfecho supostamente feliz, há uma cena, entre as viagens que já fiz, que me volta à memória sempre que começo a sentir necessidade de viajar. É provável que eu já tenha esbarrado nela nesses quase seis anos de histórias de viagens que compartilho aqui com você -e, se for o caso de estar me repetindo, conto com seu perdão.

Fato é que a tal cena voltou forte nestes dias na minha imaginação. Em parte porque estou mesmo precisando de umas férias, que estavam programadas para este mês de junho, mas tiveram de ser adiadas para outubro (setembro, com sorte). Mas em parte também porque, nas duas últimas colunas que escrevi, percebi que estava olhando o prazer de viajar de um ponto de vista ligeiramente rabugento. E quis, digamos, me realinhar. 
Leia mais (06/27/2019 – 02h00)

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