Transplante de órgãos suínos abre nova era da medicina, mas será difícil



Poucas expressões soam tão injustas quanto “espírito de porco”, uma ofensa à alma desse animal inteligente. Alimentamos com lavagem, criamos em condições cruéis e depois arrancamo-lhes a carne saborosa, o couro macio, -e em breve também órgãos para transplante.

A prova de princípio foi anunciada terça-feira (19): com consentimento da família, equipe do centro Langone da Universidade de Nova York (NYU) ligou um rim suíno geneticamente modificado ao organismo de uma paciente com morte cerebral, e o órgão funcionou.

“Eca”, reagiu um amigo que passou por cirurgia abdominal recente. Não bastasse o trauma da hospitalização e da recuperação, quem se sentiria à vontade andando por aí com um pedaço de carne suína na barriga, mas fora das tripas?
Leia mais (10/23/2021 – 07h00)

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