Torcida faz tenistas latino-americanos se sentirem em casa em Miami

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O Masters de Miami deste ano acontece cerca de 30 quilômetros ao norte de seu lar anterior em Key Biscayne, mas o epicentro cultural do torneio não mudou, e continua a estar milhares de quilômetros ao sul de sua sede.

Talvez por não existir torneio de calibre semelhante no México, no Caribe e na América Central e do Sul, o Aberto de Miami se transformou no “slam” latino-americano, atraindo torcedores da região e das comunidades de seus países radicadas nos Estados Unidos, o que faz desse evento bem estabelecido no calendário da Flórida uma espécie de volta para casa, para os tenistas latino-americanos.

“É realmente agradável ter essa torcida”, disse o argentino Leonardo Mayer. “É quase como jogar em Buenos Aires”.

O melhor jogador da América do Sul, o argentino Juan Martín del Potro, está fora do torneio deste ano em razão de uma lesão no joelho, mas os torcedores só precisaram mudar uma letra no grito de guerra com que costumam recebê-lo para torcer por seu compatriota Federico Delbonis, que venceu um set contra o número um do ranking masculino, Novak Djokovic, no domingo. “Em lugar de gritarem “olé, olé, olé, olé! Delpo, Delpo!”, os torcedores gritavam “Delbo! Delbo!”

Mesmo fora das quadras, a grande população latina da região de Miami afeta a experiência de jogar no torneio. Delbonis disse que pode comprar folhas de erva mate em Miami, para fazer sua bebida favorita, o que representa uma grande vantagem; ele em geral precisa carregar o produto com ele em suas viagens.

“Sempre que venho aqui, a sensação é a de que quero mesmo estar aqui, que quero viver aqui”, ele disse.
Leia mais (03/27/2019 – 11h30)

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