Tempestade celular pode explicar mortes por coronavírus



Descrições sobre como sucumbem vítimas do coronavírus são pavorosas: a pessoa morre afogada nas próprias secreções. A grande responsável por essa agonia parece ser uma tempestade celular que rompe as comportas do sistema imune, inunda o pulmão e sufoca o doente.

“Tempestade” é uma metáfora, mas não da coluna, nem surgiu com a Covid-19. A expressão “tempestade de citocinas” aparece na literatura médica ?e agora no jornal The New York Times­? como explicação para síndromes respiratórias graves e agudas que tantas mortes causaram nas epidemias de H1N1, Sars e Mers.

Pouca gente se lembrará das aulas de biologia que mencionaram as citocinas, se é que elas aconteceram. Essas proteínas compõem o batalhão de resposta rápida do corpo ao primeiro sinal de infecção, seja o vírus Sars-CoV-2, seja outro agente patogênico.
Leia mais (04/06/2020 – 01h00)

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