Tecnologias e fake news mudam oferta e currículos de faculdades de jornalismo



Os desafios enfrentados pelo jornalismo na onda da atual revolução tecnológica têm forçado uma reinvenção do ensino na área, com mudanças nos currículos de instituições antigas e a entrada de faculdades com tradição em outras disciplinas no mercado de comunicação.

?O jornalismo digital foi uma transformação paradigmática muito grande. Isso tem feito com que grades curriculares que antes eram mantidas por 15, 20 anos, agora durem, no máximo, quatro?, diz Helena Jacob, coordenadora da graduação em jornalismo da Cásper Líbero.

Segundo especialistas, a informação tem se democratizado com o maior acesso a dados, o surgimento de novas ferramentas de visualização e a disseminação mais rápida de imagens e textos.

O outro lado dessa história vem sendo o desafio cada vez maior da mídia tradicional na esteira da concorrência mais intensa tanto com novos meios confiáveis como com fontes de notícias falsas, as chamadas fake news.

Isso tem contribuído para ajustes frequentes na estrutura de funcionamento da imprensa ?como mais investimentos em tecnologia e equipes mais enxutas? e exigido dinamismo e capacidade de adaptação dos profissionais.
Leia mais (10/28/2018 – 02h00)

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