Tabagismo entra na mira de terapias psicodélicas



Termina neste domingo (27) a Conferência Interdisciplinar sobre Pesquisa Psicodélica (na sigla em inglês, ICPR 2020). Surpreende ver mais de 1.200 pesquisadores num evento virtual sobre aplicações terapêuticas -até para tratar dependência de tabaco- de substâncias proibidas na maioria dos países.

Em pauta estiveram compostos como DMT (um dos componentes da ayahuasca), LSD, MDMA (ecstasy), psilocibina e ibogaína. O conservadorismo médico e jurídico-policial classifica todos como substâncias proscritas, com suposto potencial para dependência e alegada ausência de benefício à saúde comprovado pela ciência.

Não é bem assim, e mesmo no Brasil existe farta evidência em contrário. No Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, por exemplo, o grupo de Dráulio de Araújo já demonstrou que a ayahuasca pode diminuir o sofrimento de quem tem depressão resistente a antidepressivos convencionais.
Leia mais (09/26/2020 – 23h15)

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