Só não está louco quem interrompeu o isolamento



Ao ouvir um colega jornalista contar sobre sua quarentena, percebi que a minha tem sido um fracasso. Assim, no particípio passado, porque continuo trancada em casa e lá se vão mais de cem dias. Cem dias de solidão sem o realismo fantástico de García Márquez, apenas com os sonhos que não fazem o menor sentido, uma epidemia dentro da pandemia. Todo mundo tem sonhado. Os meus são quase sempre uma mistura de Salvador Dalí com “Matrix” e uma pitada de “O Iluminado”. Não sei se são efeito do confinamento, das muitas horas de noticiários, da falta de vento na cara. Não recomendo.
Leia mais (06/24/2020 – 11h36)

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