Sérgio Santos espera pagar dívida de Denilson com venda da Sede Campestre II


As dívidas do Cruzeiro na Fifa já fizeram estragos no clube. Na Série B do ano passado, o time começou a disputa com menos seis pontos devido ao não cumprimento da ordem de pagamento, referente à dívida com o Al Wahda, pelo empréstimo de seis meses do volante Denilson. Este ano, ficou impedido de registrar novos jogadores pelo mesmo motivo e, agora, segue com a restrição.

“Temos essa dívida do Arrascaeta e vem outra aí do Riascos, em julho, que também gera o transfer ban. Como falei, não existe recurso para o pagamento. A punição imediata para elas é o não registro de jogador”, reconheceu.

A dívida com o Al Wahda seque em aberto e podo provocar outras sanções à Raposa. Para evitá-las, o Cruzeiro espera se desfazer de parte do patrimônio. Atualmente, o processo está sendo analisado pelo Comitê Arbitral do Esporte (CAS), que é a Corte máxima.

“Quanto à do Denílson, que pode acarretar perda mais efetiva, a grande questão é que a gente conseguiu aprovar a alienação da Sede Campestre II. Temos procurado compradores, até conseguimos um que vai pagar o valor de avaliação.  Contudo, quando fomos efetivar a venda do terreno, vimos que ele não estava regularizada. Faltam diversos documentos, estamos no meio de uma pandemia e correndo atrás da regularização. Está tudo atrasado, às vezes cartório não funciona direito, prefeitura não funciona direito. Estamos correndo para resolver, porque aí a gente consegue salvar essa dívida pior”, detalhou.

 

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