Sem concorrentes polêmicos, BBB 20 corre o risco de cair no marasmo



Estamos vivendo uma situação inédita no país. Pela primeira vez na história da nossa TV, todas as novelas inéditas e programas de variedades estão saindo do ar. A pandemia provocada pelo novo coronavírus forçou a interrupção das gravações em todos os canais abertos. Só os noticiários continuam a todo vapor.

No mundo do entretenimento, uma única atração ainda resiste, feito a irredutível aldeia do Asterix: o BBB 20. A Globo considerou que deveria levar o reality até o final, apesar das preocupações com a saúde de seus funcionários. Não quis abortar uma edição que reavivou o interesse do público, tanto na audiência como nas redes sociais, nem desonrar o compromisso com os patrocinadores.

No entanto, eis que surge uma nova ameaça ao Big Brother Brasil: o vírus da monotonia. Depois de dois meses agitados, quase todos os personagens polêmicos já saíram da competição. Neste momento, restam nove mulheres e apenas dois homens dentro da casa.

Essa tendência ao matriarcado já vinha sendo observada nos últimos anos. O público do BBB é majoritariamente feminino e, depois de ter dado a vitórias a homens em quase todas as primeiras edições do programa, mudou de preferência mais recentemente. As mulheres votam e as mulheres ganham.

Nada contra. O problema é que, na sanha de punir quem identificam como vilão, os internautas acabam tirando do jogo justamente os jogadores mais interessantes.
Leia mais (03/25/2020 – 13h30)

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