Secretário-adjunto de Saúde de Minas também deve ser demitido após fura-fila


O secretário-adjunto de Saúde de Minas Gerais, Marcelo Cabral, também será exonerado do cargo, assim como ocorreu com o ex-titular da pasta, Carlos Eduardo Amaral. O governador Romeu Zema anunciou a saída de Amaral na noite desta quinta-feira. Fontes ligadas ao governo confirmaram que o adjunto também deve deixar o cargo.

Marcelo Cabral está na lista de vacinados, assim como todos os sub-secretários da pasta, segundo o próprio Carlos Eduardo, em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira.

Carlos Eduardo Amaral foi exonerado após confirmar que foi vacinado contra a Covid-19 apesar de não atuar na linha de frente do combate à pandemia. Além do ex-secretário, outros 805 servidores administrativos da Secretaria de Saúde foram vacinados.

O Ministério Público investiga o caso. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais instaurou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para também investigar o fura-fila da vacinação.

Em sabatina nessa quarta-feira, Amaral foi duramente questionado sobre a vacinação antecipada e disse aos deputados que “queria dar exemplo”. Os deputados questionaram, no entanto, porque ele não se vacinou publicamente.

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