Saudades de um cruzeiro, né, mãe?



Aconteceu quando a epidemia engatinhava, em fevereiro de 2020. No porto de Yokohama, no Japão, o navio Diamond Princess foi proibido de desembarcar seus 3.711 passageiros. Um surto de coronavírus a bordo obrigou que todos permanecessem trancafiados por duas semanas em suas cabines -algumas delas, sem janelas. Ao fim da quarentena, 712 pessoas, entre turistas e tripulação, tinham sido contaminadas. Catorze delas perderam a vida.

A tormenta daqueles viajantes em férias foi parecida com a de clientes de outros cruzeiros. Alguns ainda flanavam pelos oceanos quando a OMS declarou, em 11 de março, que o mundo enfrentava uma pandemia de Covid-19. Voltar para casa quando portos e aeroportos fechavam fronteiras virou uma saga.
Leia mais (03/10/2021 – 23h15)

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