Santo Graal de torcedores, será que a Libertadores vale isso tudo?



Há certas coisas contra as quais não adianta brigar, e a Taça Libertadores da América é uma delas.

Para quem a acompanha desde a primeira, em 1960, é curioso notar que depois que o Santos de Pelé foi bicampeão em 1962/63, em batalhas épicas contra Peñarol e Boca Juniors, quando precisou de três jogos para dobrar os uruguaios, e quando venceu os argentinos na Bombonera, o próprio Santos a esnobou, dando preferência a excursionar pela Europa.

Chamada de Copa dos Campeões da América até 1964, passou a ter o nome atual exatamente quando o continente começou a experimentar um surto incontrolável de golpes de Estado e ditaduras sanguinárias. Libertadores, pois sim!
Leia mais (09/16/2020 – 23h15)

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