Samu terá mudança e alterará rotas em SP; médicos alertam para novos gargalos

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A gestão Bruno Covas (PSDB) anunciou uma reorganização no Samu que cortará gastos e tende a fragilizar um serviço de urgências já estrangulado  na cidade de São Paulo.
 
A mudança visível é o fechamento de 31 contêineres espalhados pela cidade especificamente para abrigar os socorristas, previsto para a primeira semana de abril. Em reação, funcionários anunciaram paralisação parcial do serviço para a próxima segunda (1º).
 
Sem elas, as equipes ocuparão salas em postos de saúde, AMAs, hospitais e centros de atendimento psicossocial.
 
A prefeitura argumenta que isso constitui aumento no número de bases, mas funcionários afirmam que o desmonte de uma estrutura que vinha se aperfeiçoando havia anos vai se refletir no aumento do tempo-resposta às emergências.
 
Na capital, o intervalo entre a chamada de emergência e a chegada da ambulância é mais do que o dobro do preconizado em casos graves. 
 
Nessas ocasiões, em que há risco do paciente morrer, o tempo médio de atendimento é de 30 minutos -18 a mais do que preconizam organizações médicas internacionais. 
 
Além da demora, metade das chamadas que viram ocorrência (descartados trotes e ligações duplicadas) nunca é atendida pelas ambulâncias. 
Leia mais (03/29/2019 – 02h00)

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