Reajuste de servidores pode dificultar adesão de MG a programa de socorro

O Tesouro Nacional avalia que os reajustes aprovados esta semana para a maior parte do funcionalismo de Minas Gerais, na Assembleia Legislativa, podem dificultar a adesão do estado ao regime de recuperação fiscal.

Com uma das piores situações fiscais do país, 13º dos servidores atrasado e salários parcelados, a adesão ao acordo com a União é defendida pelo governador Romeu Zema (Novo) como a principal saída para a crise.

O Tesouro diz que a avaliação é feita em tese, já que não recebeu as projeções financeiras de Minas Gerais, o que dificulta uma avaliação mais precisa. 

Somando o projeto enviado pelo Executivo -com recomposição salarial de 41,74% para as forças de segurança pública- e o valor inicial estimado pela emenda proposta por deputados, que estendeu o reajuste a outras 13 categorias, estima-se que o impacto chegue a R$ 29 bilhões em três anos.
Leia mais (02/21/2020 – 17h51)

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