Quarentena traz oportunidade de reconhecer gerações incríveis



Passei a vida ouvindo todo o mundo falar dos encantos das seleções de 1970 e 1982. Ainda não era nascida em nenhuma dessas Copas, mas já li muito sobre elas, vi documentários, tenho na estante biografias de jogadores que participaram daquelas conquistas.

Mas finalmente, durante esta quarentena, tive a oportunidade de efetivamente conhecê-las. Com a reprise de todos os jogos do Brasil nas duas edições, pude me encantar “ao vivo” com a magia de Pelé, Tostão, Rivellino e companhia em 1970, depois com Sócrates, Zico, Falcão e grande elenco em 1982. Deu para entender por que essas duas gerações marcaram a história do futebol e são comentadas no mundo inteiro até hoje -inclusive aquela que não foi campeã.

Depois teve o tetra e o penta, também reprisados nestes dias de isolamento, e eu pude voltar num tempo que vivi e que estava guardado nas minhas mais doces memórias de infância.
Leia mais (05/15/2020 – 00h00)

Fonte do link

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

12 + 2 =