Por que grandes marcas estão investindo em superproduções de curta duração para a internet?

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A pré-estreia do filme “Entering Red” não ficou nada a dever à de um blockbuster hollywoodiano. Na manhã de 5 de fevereiro deste ano, houve uma coletiva de imprensa em um cinema de Milão, com a presença das estrelas e do diretor. À noite, uma festa com direito a tapete vermelho e dezenas de fotógrafos.

As credenciais do filme são impressionantes. O diretor é Matteo Garrone, do premiado “Dogman”, representante da Itália no último Oscar e atualmente em cartaz no Brasil. Os atores principais são a cubana Ana de Armas (de “Blade Runner 2049”) e o italiano Lorenzo Richelmy (da série “Marco Polo”).

Só que “Entering Red” não é um longa-metragem. É um curta com 12 minutos de duração ?disponível, por enquanto, apenas na internet.
 
Também é, para todos os efeitos, um comercial de Campari ?ou melhor, um exemplar do chamado “branded content”, ou conteúdo patrocinado. Um número crescente de marcas importantes vem optando por esse estilo de comunicação.

Já é o terceiro ano consecutivo que Campari -o bitter vermelho que também é principal produto do Campari Group, especializado em bebidas alcoólicas- foge dos habituais comerciais de 30 segundos, preferindo investir quase toda sua verba de publicidade na produção de um curta-metragem com nomes consagrados do cinema e veiculação prioritária nas redes sociais.
Leia mais (03/11/2019 – 12h15)

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