Por que alguns cientistas não aplicam seu ceticismo à associação entre genes, raça e inteligência?



A velha metáfora do copo meio cheio e meio vazio descreve à perfeição o avanço do conhecimento sobre o genoma humano (e o da maioria das outras espécies da Terra, a rigor).

De um lado, descobrimos muita coisa nas últimas décadas. Conseguimos identificar o risco de certas doenças em óvulos recém-fecundados, sabemos como montar todo o DNA de certos vírus a partir de matéria-prima que pode até ser enviada pelo correio, estamos dominando tesouras moleculares que poderiam ser usadas para editar nosso material genético com razoável precisão e segurança.

Por outro lado, porém, parece-me correto afirmar que estamos a anos-luz de distância de usar as peças do quebra-cabeças que descobrimos para montar um quadro coerente -aliás, nem mesmo o esboço desse quadro- quando o assunto é entender a genômica daquilo que realmente importa.

Se alguém disser ao gentil leitor que sabe como diferenças no DNA influenciam características como inteligência, personalidade ou mesmo capacidade esportiva, é mentiroso, picareta ou coisa pior.
Leia mais (09/05/2020 – 23h15)

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