Os próximos simuladores quânticos



Quando Tommaso Macrì chegou à Espanha, aos 23 anos, sua vida mudou. Nascido em 1984, em Pádua, no norte da Itália, o pesquisador nunca tinha cogitado morar fora de sua cidade natal, onde se graduou em física e ingressou no mestrado. A oportunidade de estudar na Universidade Autônoma de Madri veio no semestre final do mestrado. Depois de seis meses conhecendo estudantes de diferentes culturas, sentia-se “outra pessoa”: “Sem esse intercâmbio eu não teria criado coragem para tomar decisões mais arriscadas”, conta. Hoje, o risco faz parte do cotidiano do físico, cuja área de pesquisa quase ninguém no mundo investiga: a simulação quântica.
Leia mais (12/07/2021 – 14h43)

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