Os craques meio-campistas são a lucidez e a inteligência coletiva das equipes



Pego uma carona em uma ótima matéria, feita por Bruno Rodrigues, repórter da Folha, no domingo (6), com o título: “Grandes meias deste século agora pensam o jogo como técnicos”.

São citados Xavi, Lampard, Pirlo, Gerrard e outros. No passado mais distante, entre tantos, tínhamos também Beckenbauer, mistura de meio-campista com líbero, e Didi, o maior jogador da Copa de 1958 e técnico da melhor seleção peruana de todos os tempos, a da Copa de 1970. Dizem que não foi técnico da seleção brasileira porque era negro.

Todos esses meio-campistas tinham uma ampla visão do conjunto, mas, para ser um grande treinador, não basta ter sido um craque, nessa ou em qualquer outra posição. É necessário ter outras virtudes, conhecimentos e capacidade de comando.
Leia mais (09/08/2020 – 23h15)

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