OAS acumula novas dívidas e corre risco de falir



Em 14 de novembro de 2014, Léo Pinheiro, presidente da OAS, umas das maiores empreiteiras do país, foi preso pela Polícia Federal numa fase da Operação Lava Jato batizada de “Juízo Final”.

Quase cinco anos depois, é a própria empresa que se aproxima de uma situação terminal. O grupo, que naquele ano declarara uma receita bruta de R$ 7,7 bilhões, maior do que a de muitas capitais do país, corre grande risco de entrar em falência, como indicam relatórios entregues à Justiça.

Seguidos alertas sobre a grave situação da OAS têm sido feitos nos últimos meses pela administradora judicial nos autos do processo de recuperação do grupo, aberto em 2015, meses após a prisão do seu principal executivo, o mesmo que delatou Lula no caso do tríplex do Guarujá.
Leia mais (07/15/2019 – 02h00)

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