O que a eleição na Polônia diz sobre os rumos da direita; ouça podcast



Desde 2015, com a chegada do partido nacionalista Lei e Justiça ao poder, a Polônia virou um dos exemplos da ascensão do autoritarismo pelo mundo. Por seu discurso nacionalista, de defesa da religião e de ataque a instituições multilaterais, o país é um dos termômetros da direita radical pelo mundo.

Na última semana, Andrzej Duda, visto como aliado pelo governo Jair Bolsonaro, foi reeleito presidente. O resultado facilita que o Lei e Justiça leve adiante reformas do Estado e medidas conservadoras -por exemplo, as restrições a direitos da população LGBT, discussão que foi central na eleição disputada.

O opositor, Rafal Trzaskowski, prefeito de Varsóvia, venceu nas grandes cidades e nas regiões oeste e norte, que não eram parte da Polônia até o fim da Segunda Guerra. Já Duda ganhou nas cidades menores do leste e do sul do país, de povoamento mais antigo e tradicional, onde fica a população mais pobre.

No Café da Manhã desta segunda-feira (20), a correspondente da Folha na Europa Ana Estela de Sousa Pinto trata do histórico polonês, do contexto deste pleito e dos paralelos possíveis com outros países -inclusive o Brasil.

O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando abaixo. Para acessar no aplicativo basta se cadastrar gratuitamente.

Ouça o episódio:
Leia mais (07/20/2020 – 05h00)

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