O nojo nos faz humanos



Uma mulher, nos meses iniciais de sua primeira gestação, procurou seu médico por sofrer piora de suas crises de enxaqueca, acreditava que sua condição iria se agravar, paralelamente ao aumento da barriga. Ela acreditava que o sintoma gestacional central para seu problema era o nojo. Enjeitava alimentos e, os cheiros de comidas a entojavam, de tal modo a estar quase sempre em jejum. Aprendera, anos atrás, por experiência, a reconhecer as privações alimentares como desencadeadoras de suas crises de enxaquecas. A grávida se culpava, acreditava em última instância que seus nojos eram um capricho seu, e por ele era punida com a dor. Realmente havia um capricho, contudo, da natureza e, portanto, fugia do controle da grávida.
Leia mais (06/11/2021 – 07h00)

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