O coronavírus de Wuhan e as 7 pragas da China



Primeiro houve as várias epidemias de gripes suínas e aviárias. Depois o surto alarmante de SARS ?síndrome respiratória aguda grave que matou 774 pessoas em 2002/03. Agora o mundo está às voltas com o pânico do coronavírus de Wuhan, que até domingo (26) já tinha causado 56 mortes em cidades chinesas e alcançado 4 dos 5 continentes.
 
Não será surpresa se a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar emergência, mais uma vez, para epidemia nascida na China. Se não o fez ainda, é porque faltam informações sobre prevalência e virulência da nova moléstia que se propaga montada em costumes e práticas políticas da maior ditadura do mundo, suas sete pragas.
 
Chineses gostam de consumir animais comprados vivos, alguns bem exóticos. Em visita há menos de um ano, vi restaurantes que tinham aquários com salamandras para escolher na entrada, em Zhangjiajie, e sapos vivos num mercado popular de Guilin.
 
Seria culturalmente incorreto chamar esse costume de praga, mas é o primeiro dos problemas. Animais, em especial os silvestres, são repositórios de vírus que podem passar a barreira das espécies e se tornar um flagelo para humanos, como a zika.
Leia mais (01/26/2020 – 12h01)

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