Nossos conflitos

Nenhuma sociedade democrática pode realizar, com eficiência e pacificamente, sua tarefa primordial: garantir sua subsistência material pelo trabalho de cidadãos relativamente iguais, pois “é preciso comer para poder viver e, afinal, filosofar”… Isso exige um mínimo de tolerância entre cidadãos com diferentes “visões” de mundo, que se dispõem a aceitar um acordo sobre “regras do jogo estáveis”. Uma Constituição resultante de um consenso mínimo que obriga a todos e cria um “poder incumbente” transitório, que ela mesmo exige renovar-se em prazo certo, através do voto majoritário no sufrágio universal.
Leia mais (10/30/2019 – 02h00)

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