Nos protestos em Hong Kong, rostos tornam-se armas

Os policiais lutavam com Colin Cheung dentro de um carro sem identificação. Precisavam de seu rosto. Eles agarraram seu queixo e forçaram a cabeça, virando-a para seu iPhone. Deram tapas no rosto dele, gritando: “Acorde!” Abriram seus olhos com os dedos. Tudo falhou: Cheung tinha desativado o login de reconhecimento facial do telefone com um toque de botão rápido, assim que o pegaram. Enquanto Hong Kong se debate há semanas com protestos, os manifestantes e a polícia transformaram a identidade em uma arma. As autoridades estão rastreando on-line os líderes dos protestos e procurando seus telefones.
Leia mais (07/27/2019 – 09h22)

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