'Não vai ter placa com meu nome', Kalil sobre Igrejinha da Pampulha


Quando perguntado sobre a possibilidade de colocar uma placa nas proximidades da Igrejinha da Pampulha, reaberta nessa quinta-feira (3) após ter ficado fechada desde dezembro de 2017 para obras, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, rejeitou a possibilidade, dizendo que isso “dá um azar danado”.

“Não tem placa, não é por nada. Antes que dê onda este negócio de placa. Eu sou, além de devoto de Santa Rita, sou católico, eu sou supersticioso, porque eu mexi com futebol”, disse.

O líder do executivo municipal informou que, quando era presidente do Atlético, não deixou colocar seu nome em nenhuma placa. “Nem na prefeitura. Inaugurei Umei, inaugurei tudo, e eu não deixei por nome em nenhuma placa com o meu nome, porque eu acho que dá um azar danado. Então, eu não gosto de placa”, falou em entrevista exclusiva à rádio Super Notícia FM e jornal O TEMPO

Na ocasião, o prefeito ainda disse que a prefeitura aplica multas às empresas que colocam nas ruas ônibus para circular sem cobradores, mas a Justiça que precisa fiscalizar o pagamento. “A prefeitura aplica a multa. Agora, quem tem que ver se vai pagar ou não é a Justiça. Se eles não querem pagar, nós temos que entrar na Justiça”, disse.

 
 
 
 
Ver essa foto no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 

‘Problemas são Copasa e Iate’ Em visita a Igreja São Francisco de Assis, a igrejinha da Pampulha, na manhã desta quinta-feira (3), o prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, disparou contra o Iate Tênis Clube e contra a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Na avaliação dele, esses são os dois únicos problemas do Complexo Arquitetônico da Pampulha. Na ocasião, ele aproveitou para garantir o aumento da fiscalização na região. Leia mais detalhes nas matérias de Fernanda Viegas (@viegas.fe) no link da brio (otempo.com.br/instagram). #igrejinha #pampulha #kalil Crédito: Alex de Jesus (@alexdejesusl)

Uma publicação compartilhada por InstaTEMPO (@otempo) em 3 de Out, 2019 às 2:23 PDT

Fiscalização

Em coletiva, Kalil ainda garantiu o aumento da fiscalização na região. “Primeiro estão instaladas novas câmeras, direto no COP (Centro Integrado de Operações de Belo Horizonte). Nós vamos fazer um sistema que já está combinado previamente com a Guarda Municipal porque, por incrível que pareça, quando houve aquela pichação, o guarda devia ter saído para tomar café”, explicou o prefeito.



Fonte do link