Não podemos punir crianças sem diagnóstico do papel de escolas no contágio

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Nesta semana, milhões de crianças retornaram às atividades de educação presencial após cerca de um ano afastadas das escolas. Demorou, mas houve, enfim, entendimento de que as escolas fazem parte do conjunto de atividades essenciais, com implicações para o aprendizado dos alunos, para o crescimento da economia e para a redução das nossas desigualdades.

Em São Paulo, o decreto do governador João Doria foi além, autorizando a abertura das escolas durante todo o ano letivo de 2021 e em todas as fases do Plano São Paulo, com regras específicas em cada uma das fases.

Mas o debate promete durar. A decisão liminar concedida pelo TJ-SP suspendendo o início das aulas na rede municipal de São Paulo -rapidamente revertida no próprio tribunal- dá uma boa ideia do que devemos esperar para o ano, não apenas em São Paulo mas em vários outros municípios.

A descentralização das atividades educacionais tem também suas desvantagens, e será difícil garantir regras mínimas ou uniformes para o funcionamento das escolas quando diferentes cidades experimentam enormes variações nas suas taxas de contágio.
Leia mais (02/01/2021 – 19h28)

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