Mostra de Lasar Segall evidencia obras raramente vistas pelo grande público



Pintor lituano formado dentro do expressionismo alemão, Lasar Segall desembarcou no Brasil em 1924 para se tornar um dos nomes mais importantes do primeiro modernismo. 

Sem abandonar os princípios europeus que o formaram, desenvolveu uma trajetória em que temas e tipos brasileiros convivem com questões de ordem universal, como angústia, migrações e destruição, num percurso marcado pelo impacto das duas guerras mundiais. 

É um pouco dessa conversa entre Brasil e Europa, local e universal, que o Sesc 24 de Maio apresenta, com uma reunião de 87 pinturas e seis desenhos, além de fotos e documentos. Quando o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, autor do edifício do Sesc, comemora 90 anos, seu filho Pedro assina uma expografia que divide a mostra em quatro grandes blocos, pensados como quarteirões de uma cidade. A herança moderna está em festa. 

Voltando a Segall: modernista da chamada fase heroica, ao lado de Anita e Tarsila,  ele foi um dos responsáveis por transformar a cena paulista, rompendo com o naturalismo e a tradição acadêmica. 
Leia mais (10/28/2018 – 16h00)

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