Mimados ou largados?



Freud, ao cunhar a expressão “sua majestade, o bebê”, anunciava como as crianças preenchiam as expectativas narcísicas dos pais. O projeto de ter um filho era socialmente valorizado -de fato, compulsório- e baseado no modelo familiar burguês. Mas, se para o inventor da psicanálise, no começo do século 20, era o bebê-majestade que imperava, os pais de hoje estão lidando com algo um tanto diferente.

Reportagem do último domingo (31) nesta Folha aponta que a média de filhos passou dos espantosos 6,2 entre 1950-55 para 1,8 entre 2010-15, revelando como as condições socioeconômicas e as mentalidades se modificaram.
Leia mais (02/01/2021 – 23h15)

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