Lombroso, o homem que disse haver um rosto típico de criminoso, não foi cancelado



Em 1870, o médico Cesare Lombroso, ao examinar o corpo do criminoso Giuseppe Villella, teve uma ideia radiante. Havia encontrado um detalhe no crânio do cadáver idêntico, acreditava, ao que se via em macacos. Para ele o achado anatômico era a marca física da natureza bestial, que denunciava uma irresistível força motriz à perversão. Aquele relevo ósseo, julgou o médico, surgia pela pressão de uma parte cerebral detentora da ancestral violência do homem primitivo. Não parou por aí, a mandíbula avantajada e o maxilar alto, vistos em macacos, seriam semelhantes ao que se notava nos “selvagens” e nos criminosos. Portanto havia uma determinação biológica que marcava a fisionomia e impelia certas pessoas a expressar a ferocidade instintiva dos animais inferiores.
Leia mais (08/28/2020 – 01h00)

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