Liverpool é timaço que encanta principalmente pelo jogo coletivo



Quando Arthur foi contratado pelo Barcelona, há dois anos, a expectativa, no Brasil e na Espanha, era de que ele seria um sucesso, o substituto de Xavi, pelos estilos parecidos. Esperava-se também que Arthur preenchesse a enorme falta que existe, há décadas, de um craque no meio-campo da seleção brasileira, um articulador, com ótima troca de passes e que jogasse de uma intermediária à outra.

Quando Arthur começou a atuar no Barcelona, havia também uma grande esperança de que ele evoluiria e que, além dos passes precisos e do domínio da bola, como fazia no Grêmio, passaria a dar mais passes para gols, a avançar mais, a finalizar, a fazer gols e a ser mais dinâmico. Se tornaria um meio-campista quase perfeito, como os grandes da história.
Leia mais (06/27/2020 – 23h15)

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