Koh Phangan, a ilha queridinha dos nômades digitais



Em 1997, um cientista da computação japonês chamado Tsugio Makimoto previu uma revolução. Ele lançou “Digital Nomad”, livro praticamente ignorado pelo público e pela crítica, onde escreveu, num trecho quase premonitório, que “redes sem fio de alta velocidade e dispositivos móveis de baixo custo quebrarão o vínculo entre ocupação e localização”. Vinte e cinco anos depois, estou em algum ponto remoto do Golfo da Tailândia entre Surat Thani e Koh Phangan, a ilha queridinha dos nômades digitais, utilizando meu celular como roteador para escrever e enviar um texto em meu laptop para um cliente no Brasil.
Leia mais (04/14/2022 – 10h00)

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