Igrejas evangélicas funcionam, mas com medidas de prevenção


Mesmo autorizadas a abrir, igrejas católicas de Belo Horizonte ainda estão reticentes a receber fiéis, ainda mais neste período de aumento de casos do novo coronavírus. Nos templos evangélicos, o cenário é diferente. O TEMPO percorreu diferentes regiões da capital na manhã deste domingo (12) para observar se as regras de distanciamento e de prevenção à Covid-19 estavam sendo adotadas na prática. 

Praticamente todas as igrejas católicas estavam fechadas. A exceção era a de Santo Antônio, de portas abertas apenas para a gravação e transmissão de uma missa online naquele momento. Até o último fim de semana, a paróquia chegou a receber poucas pessoas com máscara e medidas de isolamento, mas a iniciativa foi suspensa.

Boa parte da igrejas evangélicas, por sua vez, estavam abertas. Na Igreja Universal do Reino de Deus, na avenida Olegário Maciel, era grande a movimentação de fiéis. A reportagem não teve autorização para entrar no templo para observar se as medidas de isolamento. O salão é amplo, com capacidade para 5 mil pessoas em cultos normais.

No Templo dos Milagres, da Igreja do Poder de Deus, que fica na avenida dos Andradas, também havia grande movimento de fiéis. O culto não estava totalmente lotado e foi possível observar, do lado de fora, uma cadeira de distância entre uma pessoa e outra. Na porta, seguranças tinham um borrifador de álcool. 

Na Igreja Batista da Lagoinha, o templo estava fechado para fiéis. Acontecia apenas a gravação de um culto. Do outro lado da rua, na capela, era realizado um curso de noivos. As cadeiras foram dispostas com distanciamento e poucas pessoas, todas de máscaras, participavam do encontro. Não houve autorização para o registro de imagens.

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