Home office imposto pelo coronavírus rouba alegria e criatividade do cafezinho

Escrevo no bunker de quarentena que improvisamos na sala de jantar de minha casa -estou de calças de moletom, há uma embalagem de desinfetante para mãos ao meu alcance e estou consumindo os salgadinhos da minha ração de emergência.

Consigo trabalhar bastante, mas a falta de estímulos começa a me enervar. Faz horas (dias?) que não interajo face a face com um ser humano que não seja parte de minha família e estou começando a me sentir irrequieto.

Entre os muitos efeitos do coronavírus, há um boom de pessoas cuja situação se parece com a minha: trabalhadores que foram expulsos de escritórios e precisam se aclimatar ao estilo de vida de quem trabalha em casa.

Embora a pandemia já tenha criado inconveniências (e muito mais) para milhões, em forma de restrições de viagem, temores sobre a saúde e confusão nos mercados, ele vem sendo um período empolgante, para alguns entusiastas do trabalho remoto. Eles argumentam que os trabalhadores em quarentena estão vislumbrando o nosso glorioso futuro livre de escritórios.
Leia mais (03/14/2020 – 01h00)

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