'High Fidelity', a série, não é altamente fiel ao livro que a inspirou



“Alta Fidelidade” foi um dos maiores fenômenos literários da década de 1990. O livro do britânico Nick Hornby vendeu mais de um milhão de cópias e conquistou a crítica do mundo inteiro. Porque trouxe para o primeiro plano um personagem comum na vida real, mas, à época, ainda pouco retratado pelas artes: o nerd sensível, que acumula frustrações profissionais e amorosas, mas é basicamente um sujeito bacana.

Rob Fleming, na casa dos 30 anos, tem uma loja de discos usados em Londres ?o que parece a profissão ideal para alguém obcecado por música, mas o lugar não é exatamente um sucesso. Quando mais uma namorada resolve romper com ele, Rob entra em uma espécie de crise precoce da meia-idade. Passa a limpo todos os relacionamentos que teve desde criança, para descobrir onde errou. E, junto com os dois funcionários de sua loja, transforma tudo em listas dos cinco mais: os melhores filmes, as melhores canções sobre a morte, as separações mais dolorosas.

Em 2000, um filme transplantou a ação para Nova York e mudou os nomes de alguns personagens, mas a história continuou a mesma. John Cusack, com sua cara de garoto crescido, foi uma escolha perfeita para o papel de um homem que, apesar da idade, ainda não se comporta feito um adulto.
Leia mais (09/10/2020 – 16h00)

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