Governo dos EUA ordena Google a deixar seus empregados falarem



As autoridades regulatórias federais dos Estados Unidos ordenaram o Google a garantir que seus empregados sejam autorizados a se pronunciar sobre questões políticas e de trabalho, dizem pessoas informadas sobre o caso, como parte da solução de um caso envolvendo queixas formais de que o gigante das buscas pune os trabalhadores que o fazem.

A decisão do Conselho Nacional de Relações Trabalhistas (NLRB, na sigla em inglês) oferece ao Google uma válvula de escape com relação a uma questão espinhosa que causou perturbações nos últimos anos.

Ainda que os executivos do Google há muito se vangloriem de ter uma cultura de trabalho criada para estimular o debate aberto, atuais e antigos empregados de variadas orientações políticas se queixaram de sofrer retaliações depois de expressar preocupações sobre igualdade e liberdade de expressão.

A solução foi aprovada pelo diretor do conselho esta semana, de acordo com um documento. Ela deve entrar em vigor depois de um período para recurso. 

A ação do NLRB é o segundo lembrete formal do Google nesta semana de que a empresa deve se manter dentro da lei.

Na semana passada, a subsidiária YouTube do Google aceitou um acordo para encerrar uma investigação sobre supostas violações da lei de proteção à privacidade infantil, com o pagamento de multas de US$ 170 milhões e uma ordem regulatória de que não rastreie as atividades de internet de crianças de menos de 13 anos. 

O Google, parte do grupo Alphabet, também está sendo investigado pelo Departamento da Justiça e por um grupo de secretários estaduais de justiça representando praticamente todos os estados americanos quanto à sua plataforma dominante de publicidade online. 
Leia mais (09/12/2019 – 11h49)

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