Goleiros da Copinha não recebem chances nos grandes do estado



S?anto de casa não faz milagre, até porque quase não joga. A adaptação do  ditado popular remete à dificuldade dos goleiros de Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo que já disputaram a Copa São Paulo nesta década.

A edição 2019 do torneio começa nesta quarta-feira (2).

Dos 39 goleiros que foram relacionados para a última partida de cada um dos clubes no torneio de 2011 a 2018, só 4 disputaram pelo menos um jogo por suas equipes como profissionais.

Quem mais deu chances foi o Corinthians, que colocou para jogar Matheus Vidotto e Caíque França quando teve necessidade, mas não permitiu uma sequência. Eles vivem à sombra de Cássio, que assumiu a posição em 2012, e do reserva Walter.

Goleiro titular na conquista do título da Copa São Paulo de 2012, Matheus Vidotto, 25, que chegou a ser convocado para a seleção principal por Felipão em 2013, ganhou a primeira oportunidade quatro anos depois da conquista. Em fevereiro de 2016, atuou em dois jogos do Paulista.

Desde então, não teve mais chances. Agora, procura clube para jogar após seu contrato ter expirado no fim de 2018.

Caíque França, 23, segue a mesma trajetória. Inscrito para as edições de 2013 e 2014 da Copa São Paulo, disputou cinco jogos com o time principal: uma vez em 2016 e quatro no ano passado. Em 2017, foi escalado nas vitórias sobre Avaí e Fluminense, que garantiram o título brasileiro.

Assim como o companheiro, Caíque também deixará o Corinthians. Com contrato até o fim de 2020, ele será emprestado ao Oeste, que disputa a Série B do Brasileiro e a elite do Paulista.

Palmeiras e Santos deram chance a apenas um goleiro no profissional. Reserva nas Copinhas de 2012 e 2013, Vinicius Silvestre, 24, fez uma partida pelo profissional da equipe alviverde contra o Santos pelo Brasileiro-2016. Na ocasião, foi escalado por causa de suspensão de Jailson e de lesão de Fernando Prass.
Leia mais (01/02/2019 – 02h00)

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