Gilmar Mendes nega pedido de Eduardo Bolsonaro para paralisar CPI das Fake News


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou seguimento a um mandado de segurança impetrado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro para paralisar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News.

O filho do presidente da República recorreu ao STF no último dia 20 para evitar a prorrogação dos trabalhos do colegiado, o que tornaria indávlidas duas reuniõe da comissão realizadas em dezembro. Em uma delas ocorreu o depoimento da deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), que implicou o seu gabinete em um esquema de disparo de mensagens falsas e ofensivas.

No pedido, Eduardo alegava que a comissão perdeu seu foco, que Hasselmann substituiu aliados do governo por “deputados sabidamente de oposição, inimigos declarados, visando manter e intensificar a perseguição” a ele.

Em resposta ao STF, a CPMI afirmou que apenas cumpre seu dever de investihar o objeto para o qual foi criada. “A concessão da liminar esvaziaria a atuação da CPMI das Fake NEwes, ao impedir sua atuação para o esclarecimento dos fato por ela investigados”, destacou a CPMI por meio de um ofício produzido pela advocacia do Senado.

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