Força-tarefa extrai DNAs, digitais e prende dupla que explodiu banco em Minas


Menos de 18 horas após explodir uma agência bancária e deixar um rastro de terror no interior de Minas, dois homens apontados como autores do crime foram presos em flagrante. Para capturar os suspeitos, além da investigação tradicional, agentes da força de segurança também extraíram vestígios de DNA e de digitais no local do ataque. Com os vestígios, os suspeitos foram localizados.

O caso aconteceu na quarta-feira (7), em Uberlândia, na região do Triângulo Mineiro. De acordo com a Polícia Federal (PF), a vidraça e caixas eletrônicos de uma agência bancária localizada no bairro o Vigilato Pereira foram explodidos por volta das 6 horas. Por questão de segurança, a corporação não revelou se os bandidos conseguiram roubar dinheiro dos equipamentos danificados.

Logo após a explosão, os criminosos fugiram e a investigação teve início. “A resposta da FICCO foi imediata, procedendo à busca e ao trato de informações que pudessem levar à célere identificação e localização dos criminosos”, destacou a PF. FICCO é a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado composta por vários órgãos de segurança.

No local, a PF realizou as vistorias necessárias para descartar eventuais ameaças de bombas remanescentes, fez perícias de pós-explosão e de obtenção de vestígios de DNA e de digitais. “Após menos de 18 horas de trabalhos ininterruptos, a FICCO capturou e conduziu os autores dos crimes até a Delegacia de Polícia Federal de Uberlândia, para as providências de polícia judiciária decorrentes”, frisou.

A captura dos bandidos, de acordo com a PF, restabeleceu a sensação de segurança por parte da comunidade local e afastou a atuação criminosa na região do Triângulo. Fazem parte da FICCO, além da PF, as polícias Civil, Militar, Penal e Rodoviária Federal, em conjunto com as Agências de Inteligência da Polícia Militar e do GAECO, do Ministério Público.

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