'Flores do Cárcere' retrata alegrias e tristezas de ex-detentas que se reinventam



Pérola, Chachá, Dani, Mel, Rosa e Xakila se emocionam quando visitam os escombros da Cadeia Pública Feminina de Santos desativada desde 2014 por causa da superlotação e das más condições estruturais, onde cumpriram suas penas ou esperaram presas pelo julgamento que nunca acontecia. As imagens, captadas entre 2017 e 2019, são contrapostas com outras, de 2005, que as mostram bem mais jovens e ainda encarceradas.

Elas foram algumas das personagens que contaram suas histórias para a ex-diretora de abrigos para crianças Flavia Ribeiro de Castro, no livro “Flores do Cárcere”, de 2011. “A maioria das crianças com quem eu trabalhava era filha de mulheres presas, e isso me despertou a curiosidade de entender melhor esse universo”, conta ela.

Em 2004, Ribeiro de Castro se mudou para Santos, no litoral paulista, e leu num jornal local sobre um projeto de voluntariado dentro da cadeia pública feminina da cidade. Resolveu que queria fazer parte desse projeto, e, em outubro daquele ano, começou um trabalho com o objetivo de melhorar a autoestima e a convivência das detentas.
Leia mais (03/17/2021 – 12h00)

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