Família denuncia vizinho que teria 'sequestrado' gato no Belvedere, em BH


Uma família que mora no bairro Belvedere, região Centro-Sul de Belo Horizonte, denuncia que um de seus gatos estaria sendo mantido em cárcere privado por um vizinho. O felino, que se chama Floriano, teria entrado na casa após o suspeito abrir a porta.

Segundo a cuidadora de pets Carolina Barros, de 32 anos, tudo começou quando, aparentemente, alguém tentou invadir a sua residência. “Na madrugada de sábado (26) para domingo (27), a gente acha que alguém tentou entrar na nossa casa, porque a porta estava entreaberta, e os gatos não têm acesso à rua”, disse.

Carolina mora com seu marido, irmão e seus pais. Na casa, há outros três gatos. De acordo com ela, todos fugiram, mas só Floriano não foi resgatado. “Uma vizinha nossa nos ajudou e conseguiu pegar os três gatos. Mas Floriano foi pra casa do outro vizinho e, quando ele abriu a porta, o gato entrou na casa”, contou.

Ela ainda disse que mesmo com muitas tentativas, o homem não quer devolver o animal. “Nós já batemos lá diversas vezes, colocamos comida, chamamos a polícia, fizemos boletim de ocorrência, mas como se trata de um animal, falta interesse. Queríamos um mandado de busca e apreensão, mas isso é difícil de acontecer”.

Na noite dessa quarta-feira (30), a cuidadora afirmou que ouviu um miado vindo da casa do tal vizinho, o que indica que ele ainda esteja vivo. “Gente, o Floriano está vivo, nós temos certeza. A gente está ouvindo ele miar agora lá na casa do vizinho. O problema é que ele está preso”, postou.

O suspeito de prender o felino, que tem apenas 2 anos e meio, não é muito conhecido da família. “Nós moramos aqui há bastante tempo, assim como os vizinhos. Mas não temos costume com ele, não o vemos direito. Eu só queria saber o que se passa na cabeça de uma pessoa dessas, e ter o meu gato de volta”, afirma.

“Ele faz parte da nossa família, é como se o Floriano fosse um filho pra gente. Eu não quero mais nada, só o meu gato de volta”, clama a cuidadora de pets.

A reportagem de O TEMPO entrou em contato com a Polícia Civil sobre uma possível investigação do ocorrido, mas ainda não houve retorno.

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