Entrosamento entre técnico e equipe são trunfo do Galo


A vitória de 2 a 1 sobre o Fluminense na noite de sábado, no Independência, foi importante para o Atlético não só na luta entre os primeiros colocados do Campeonato Brasileiro. O resultado manteve o Galo firme no G-4, mas a união do time e o reconhecimento do trabalho do técnico Rodrigo Santana pelos próprios jogadores não têm preço para o clube na temporada. Exemplos comprovam que o comandante tem o elenco alvinegro nas mãos. 

O caso mais recente foi a confiança transmitida ao atacante Ricardo Oliveira, que, colocado no banco de reservas pelo treinador, manteve-se centrado nos treinamentos, voltou a ganhar oportunidade como titular e fez as pazes com o gol após um jejum de 15 jogos. “O Ricardo é uma pessoal extraordinária. Um cara com 39 anos jogando em alto nível numa das grandes ligas do mundo.

Ele estava se entregando muito. A gente decidiu tirar um pouco o foco nele. E ele trabalha muito. É um profissional que treina muito e dá muito exemplo para o nosso elenco”, declarou Rodrigo Santana durante em entrevista coletiva após a vitória sobre o Fluminense.
A sinergia entre treinador e atletas tem sido visível desde que o então auxiliar técnico assumiu a equipe e, com bons resultados, logo foi efetivado. O próprio Ricardo Oliveira faz questão de ressaltar a importância de Santana para o bom momento atleticano.

“O Rodrigo tem feito um grande trabalho. Ele implantou a sua ideia de jogo, e todos nós entendemos quando ele explica a maneira que gosta de jogar e colocamos em prática. Vejo nele um grande potencial todos os dias”, diz o camisa 9 do Atlético.

Ricardo Oliveira vai além nos elogios ao seu comandante. “Assumir o Atlético e conseguir manter o time lá em cima no Campeonato Brasileiro, entre os quatro primeiros colocados, e ir colocando o clube em fases importantes da Sul-Americana, isso é muito legal”.

Goleiros
Cleiton ou Victor. 
O Atlético volta a campo no próximo sábado, às 19h, contra o Athletico-PR, em Curitiba, ou seja, o time ganha uma semana completa de atividades, o que pode ser bom para o goleiro Victor, que, neste momento, não tem mais a condição de titular absoluto do Galo.

“A gente sabe que o Victor é um ídolo. A história dele é linda dentro do clube. Ele é o titular. Mas ele está passando por uma fase de recuperação. No momento em que ele estiver liberado, eu vou sentar com o Chiquinho (preparador de goleiros) e definir. Esse problema não é meu. É do Cleiton e do Victor. Quem estiver melhor vai estar jogando”, disse o técnico Rodrigo Santana.

Cleiton fez contra o Fluminense o sétimo jogo seguido como titular do gol atleticano, algo que ele ainda não tinha vivido na carreira. Formado na base do clube, ele ganhou espaço após lesão do então reserva Uilson.

Fonte do link