Empresas alemãs são suspeitas de usar mão de obra de minorias perseguidas na China



O vazamento de arquivos oficiais da ditadura chinesa sobre o confinamento de membros de minorias étnicas muçulmanas em campos de concentração em Xinjiang lançou críticas e questionamentos sobre a atuação de gigantes da indústria alemã, como Volkswagen, Siemens e Basf, nessa região do oeste da China.
 
A repercussão do vazamento atingiu em cheio a Alemanha nos últimos dias. Durante a Segunda Guerra, o regime nazista não apenas confinou milhares de pessoas, especialmente judeus, em campos de concentração como empregou em trabalho forçado uma boa parte desses presos em fábricas consideradas vitais para o país.
Leia mais (12/01/2019 – 20h57)

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