Em seis jogos Cruzeiro, Rogério Ceni escalou seis equipes diferentes


Seis jogos, seis escalações diferentes. Essa é a realidade de Rogério Ceni à frente do Cruzeiro. Na derrota para o Flamengo, sábado, pelo Campeonato Brasileiro, o comandante celeste mais uma vez não conseguiu repetir os 11 titulares, seja por lesões, como no caso dos zagueiros Léo e Dedé, seja por convocações, exemplo do lateral-direito colombiano Orejuela. O treinador admite o problema, mas encara a situação com tranquilidade.

“Não vejo como obrigação ter que repetir os 11 sempre, até porque é muito difícil ter os 11 à disposição sem cartão, lesão ou convocação. Temos jogadores com potencial e quem estiver mais descansado, em melhor condição ou se adaptar melhor ao sistema de jogo ou ao adversário entrará para jogar. Tento preparar todos”, disse.

O calendário do futebol brasileiro também é, segundo ele, adverso. “São raros os treinadores que conseguem repetir seus times em jogos menos espaçados. É natural que haja mais trocas em jogos com espaço mais curto de tempo”, completou Ceni.

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