Efeitos de lama de rejeitos na saúde humana ainda são objeto de estudos

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Três anos depois do rompimento da barragem de Mariana (MG), ainda sobram dúvidas sobre os riscos envolvidos no contato de pessoas com a lama de rejeitos. 

Análises da água do rio Doce, atingido em 2015 pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), feitas pela ONG SOS Mata Atlântica, em 2016 e 2017 mostraram a presença de metais no rio, como alumínio, magnésio e manganês, mas o impacto na saúde humana não foi bem documentado. 

O estudo de 2017 mostrou que em quase 89% dos pontos de coleta a qualidade da água estava ruim ou péssima. 

A Fundação Renova, criada pela Samarco após o desastre de Mariana, afirma que os metais encontrados no rio Doce não provocam câncer e que vários deles não saíram da barragem rompida, mas, sim, do fundo do corpo de água – ou seja, estariam relacionados com outras atividades ou seriam naturais da região. 

Segundo o médico toxicologista Sergio Graff, intoxicações agudas costumam causar enjoos, vômitos, dores de cabeça, entre outros. Sobre os efeitos a longo prazo ainda não há dados. 
Leia mais (02/04/2019 – 02h00)

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