Do depósito da cozinha para a coluna no jornal: como realizar sonhos


A primeira vez que li a Folha foi no início dos anos 1990. Minha mãe, Celina, trabalhava como empregada doméstica e, pelo menos uma vez por semana, eu ficava com ela no trabalho no horário contrário ao da escola. Meu lugar no “serviço” da minha mãe era demarcado “da cozinha para lá”, como bem pontua a personagem da patroa, Bárbara (Karine Teles), no filme “Que Horas ela Volta”, para a empregada Val (Regina Casé). Ao lado da pia, onde minha mãe cortava alimentos, tinha um depósito embaixo da escada principal da casa. Lá ficavam os jornais velhos e ali, naquele pequeno espaço, eu me transportava para outro mundo lendo as sessões infantis de publicações como Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil e Veja.
Leia mais (05/13/2022 – 09h00)

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