Diário da privação: Fazia dois meses que os meninos não comiam fruta



Dar aos filhos pelo menos um pouco a mais do que recebeu. A ideia de Hebert Douglas, 24, assim como a de milhões de pais, era só essa. A realidade das últimas duas semanas imposta pela pandemia do novo coronavírus, no entanto, quase empurrou sua família de uma casa em Paraisópolis para a rua.

Desempregado há um ano e meio, vender água nos semáforos do Morumbi, bairro nobre da zona sul paulistana, ao lado da favela, era sua única forma de sustento. Com parte considerável da população sem ir às ruas, e sem ter a quem vender, restaram os bicos ocasionais como zanzar pelas vielas do bairro pobre para recolher recicláveis na favela e tentar vendê-los.
Leia mais (04/01/2020 – 01h00)

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