Decreto de alfabetização mantém foco em método fônico, criticado por especialistas

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O decreto da nova Política Nacional de Alfabetização, do governo Jair Bolsonaro (PSL), manteve o foco no chamado método fônico, que tem sido criticado por especialistas. O texto inicial havia sido alterado nos últimos dias, com anuência de secretários de educação, mas a versão final teve nova redação.

O tema é uma das metas do governo para seus cem primeiros dias. Bolsonaro assinou o decreto em cerimônia na manhã desta quinta-feira (11), mas o documento ainda não havia sido publicado no Diário Oficial até o início da noite.

O decreto mantém a previsão de que programas e ações deverão ser fundamentados nos pilares de consciência fonêmica, instrução fônica sistemática, fluência em leitura oral, vocabulário e compreensão de texto. A nova redação inclui a produção de escrita como um sexto pilar.

Em nota, o MEC (Ministério da Educação) defende que o decreto “não determina nenhum método especificamente”.

Especialistas e secretários de Educação defendem que o ministério não deve impor uma única pedagogia e condicionar sua adoção à assistência técnica e financeira federal. Além disso, há discussões sobre a necessidade de conciliar diferentes metodologias de ensino e respeitar a autonomia das redes.
Leia mais (04/11/2019 – 21h00)

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