Decisão de nova prisão de Temer reacende debate sobre prisão preventiva

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Os juízes federais Abel Gomes e Paulo Espírito Santo utilizaram dois principais argumentos para a suspensão do habeas corpus concedido pelo juiz federal Ivan Athié ao ex-presidente Michel Temer (MDB). 

Nesta quarta-feira (8), em votação no TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região), eles defenderam a existência da contemporaneidade dos fatos e do risco à ordem pública, requisitos da prisão preventiva. A posição foi considerada controversa por especialistas ouvidos pela Folha.

Os dois itens foram rejeitados por Athié ao final de março, que afirmou que os supostos atos ilícitos, inclusive a lavagem de dinheiro, teriam ocorrido há, no mínimo, quatro anos. 
Leia mais (05/09/2019 – 13h55)

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